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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Economia

PL DO GÁS PODE GERAR 4 MILHÕES DE EMPREGOS E BAIXAR O PREÇO, MAS OPOSIÇÃO QUER MUDAR TEXTO E DEPUTADA FAZ APELO; “se mudar os atigos 5,7 e 30 monopólio continua”

Dentro do hospital, a deputada federal Carla Zambelli (PSL) usou suas redes sociais para alertar a população sobre uma possível modificação no texto do Projeto de Lei do Gás. Conforme dito pela parlamentar, os artigos que podem ter alteração têm impacto direto nos benefícios que o projeto pode trazer e influencia na manutenção de um “monopólio” neste ramo no Brasil.

A nova  “Lei do Gás” será votada nesta quarta-feira (26). O montante previsto para investimentos a partir deste PL pode ser, de acordo com Zambelli, de até mais de US$ 4 bilhões, a partir de 2022. A deputada considerou como uma oportunidade de gerar um grande número de empregos.

“Esse projeto pode trazer mais de 4 milhões de empregos. Pode trazer mais de 4 bilhões de dólares de investimento por ano a partir de 2022. Então estamos falando de uma quantia exorbitante de investimento e de uma quantidade gigantesca de empregos que a gente pode conseguir se aprovarmos o texto como ele está”, explicou em vídeo divulgado no seu twitter.

Para a deputada, a situação está na mão de um “monopólio” de empresas do ramo. A abertura do mercado proposta no texto original do PL corre risco de ter interferências, caso haja realmente as alterações nos artigos 5º, 7º e 30, conforme dito por Carla Zambelli.

“Isso hoje está na mão de um monopólio. E com a aprovação desse projeto, o mercado será aberto para investimento internacional. Só que tem esse grupo no monopólio que quer mudar dois artigos da lei. Se ele tirar os artigos, vai matar a competição. E é a competição que reduz o preço, que faz com que você, dona de casa, microempresário, grande empresário e etc possa realmente utilizar esse gás mais barato”, alertou.

A parlamentar subiu nas redes a hashtag #PLdoGásOriginal e citou até um “lobby” das empresas interessadas em não autorizar a competição no mercado.

“Está acontecendo um lobby dessas empresas que não querem que o gás natural seja autorizado a exploração para várias empresas, que se abra o mercado. Eles querem continuar com o monopólio. Porque estamos falando de mais de 30 bilhões de dólares por ano”, concluiu.

Redação Folha do RN via TerraBrasil

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