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terça-feira, 21 de abril de 2020

Na tentativa de desinstabilizar o Governo Bolsonaro, PT entra com ação para proibir uso de hidroxicloroquina medicamento que já está em uso salvando vidas

PT entra com ação no STF para proibir Bolsonaro de recomendar hidroxicloroquina

"As autoridades públicas possuem a obrigação de ter consciência dos desdobramentos de suas falas, de tal sorte que a divulgação de uma possível solução para a COVID-19 inevitavelmente colaborará por uma busca desenfreada por tais medicamentos nas farmácias", destaca um trecho da ação do PT

Hidroxicloroquina. Foto: Divulgação

O PT ingressou com ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal pedindo que a Corte declare “inconstitucionais os atos omissivos” os atos praticados pelo presidente Jair Bolsonaro e integrantes do Governo sobre a recomendação do uso da hidroxicloroquina.

“As autoridades públicas possuem a obrigação de ter consciência dos desdobramentos de suas falas, de tal sorte que a divulgação de uma possível solução para a COVID-19 inevitavelmente colaborará por uma busca desenfreada por tais medicamentos nas farmácias, sem considerar o potencial lesivo dos efeitos colaterais e, muito menos, da escassez que promoverá àqueles que efetivamente demandam desses medicamentos para seus tratamentos regulares”, declara um trecho da ação.

O documento também cita o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. 

Ele havia dito ao ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que um vermífugo (Annita) seria indicado para debelar o coronavírus.  “Os estudos sobre o uso do mencionado medicamento, entretanto, revelam que também o medicamento apontado por Pontes carece de comprovação científica a respeito de sua eficácia em tratamentos com pacientes contaminados pelo coronavírus”, destaca o PT.

A legenda completa: “A divulgação de remédios ‘milagrosos’ apenas serve para mascarar a realidade da gravidade da situação que, como se sabe, não possui nenhuma cura comprovada, o que torna necessária a adoção das medidas de distanciamento social”.

Redação Portal Folha do RN via FocusJor

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