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quarta-feira, 25 de março de 2020

Em meio a tanta preocupação com a saúde da população Mossoroense, diretora insiste em perseguição política do PT no 2° Maior Hospital do RN

Nota de repúdio dos profissionais de enfermagem do HRTM sobre a perseguição e transferência arbitrária do servidor Aldiclesio Alves Maia
Os servidores e servidoras da enfermagem do Hospital Regional Tarcísio Maia vem por meio desta nota manifestar REPÚDIO contra a transferência arbitrária e forçada do técnico de enfermagem Aldiclesio Alves Maia, que atualmente exerce sua função no HRTM e foi repentinamente devolvido para a II URSAP por motivos de perseguição política. 

Em um momento que o Hospital Tarcísio Maia está com déficit de servidores, esta devolução se dá por motivos muito claros. Aldiclesio vem tomando a frente em denunciar a postura irresponsável da direção do HRTM em ser conivente com o atendimento a casos suspeitos de Coronavírus no interior da unidade, colocando assim em risco a vida de numerosos profissionais da saúde e pacientes e assumindo o risco de alastrar a pandemia em Mossoró, tal como ocorreu na Itália e na China. Além de denunciar o atendimento de pacientes suspeitos de Covid-19 no HRTM enquanto uma atitude irresponsável e contrária às normativas federais do Ministério da Saúde (que definem o Hospital Rafael Fernandes como referência para tais casos infecto-contagiosos), Aldiclesio também apontou e cobrou a falta de EPIs para profissionais da enfermagem, o que torna o contexto ainda mais grave e ameaça centenas de vidas no interior do hospital.

Enquanto Aldiclesio, junto a outras vozes da enfermagem, tentava evitar uma catástrofe anunciada, a direção respondeu com uma dura perseguição. Primeiramente, anunciaram um “racionamento” no uso dos EPIs, justo no momento que o ingresso de casos suspeitos de Coronavírus na unidade, tragicamente, só aumentava. Em segundo lugar, anunciaram a devolução arbitrária de Aldiclesio para a II URSAP, de maneira a silenciar os críticos da direção e daqueles que percebem que o hospital segue em rota de colapso, por culpa de uma postura irresponsável da direção que ameaça vidas de profissionais e pacientes e eleva o potencial destrutivo da pandemia em Mossoró.

Anunciamos, por fim, que a transferência arbitrária é contrária à Portaria nº 01/2020, de 08 de janeiro de 2020, que proíbe que qualquer servidor seja “cedido, transferido ou disponibilizado para outra unidade”. Esta portaria, por sinal, é assinada pela própria diretora geral do Hospital Regional Tarcísio Maia Herbênia Ferreira da Silva, que deu procedimento à transferência do servidor supracitado. Não poderia restar mais claro que se trata de um caso de perseguição política contra uma voz dissidente, dentre várias, que denunciam uma tragédia anunciada no Hospital Tarcísio Maia, que pode demonstrar efeitos drásticos em todo município de Mossoró.

Opinião Redação Folha do RN;
É típico e notório que, o PT "Partido dos Trabalhadores" representado no RN por duas desgovernadas (Fátima e Isolda) sem qualquer controle psicológico para tal função. 
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