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sábado, 10 de fevereiro de 2018

Homicídio 37º em Mossoró

Homicídio por arma de fogo na Favela do Tranquilim em Mossoró

ImagemO crime aconteceu na manhã de hoje, 10 de fevereiro nas proximidades da antiga Favela do Tranquilim no Alto de São Manoel. Segundo informações, a vitima, conhecida apenas como "Leo" trafegava de motocicleta quando foi surpreendido por dois elementos numa motocicleta e morto a tiros. Imagem
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Esqueci minha senha do Facebook, e agora? Veja como recuperar sua conta

Seja pelo e-mail ou pelo número do celular, a rede social oferece uma série de opções para você conseguir recuperar sua senha em poucos passos

Brasil Econômico
Facebook tem várias alternativas para você recuperar sua conta caso tenha perdido a senha
Reprodução
Facebook tem várias alternativas para você recuperar sua conta caso tenha perdido a senha
Esqueceu o e-mail ou a senha da sua conta no Facebook? Antes de criar uma segunda conta, saiba que a rede social possui uma série de alternativas para ajudar a resgatar o acesso à sua conta. Seja pelo próprio e-mail ou pelo telefone, a plataforma oferece opções para os usuários não deixarem de visualizar os posts de amigos e, consequentemente, os anúncios exibidos em suas páginas.
O Facebook conta, ainda, com uma opção que permite ligar para alguns dos amigos ligados ao seu perfil para você recuperar sua senha . Esse método é voltado para quem esqueceu o e-mail ou o número do celular que foram informados no momento de criar a conta. Para ajudar quem deseja recuperar sua conta, o Brasil Econômico listou duas formas rápidas de voltar a acessar a rede social. Confira:
Como recuperar sua conta do Facebook?
  1. Acesse a página do Facebook;
  1. Clique em “Esqueceu a conta?” no canto superior da tela;
  1. Informe seu nome (como consta no perfil), e-mail ou telefone;
  1. Escolha um dos três métodos para recuperar sua senha: login na conta de e-mail (Gmail, Hotmail ou Yahoo) ou envio de código por e-mail ou por telefone;
  1. Siga as instruções da página e defina sua nova senha.
Facebook conta com diversas alternativas para te ajudar a recuperar sua conta caso você tenha perdido e-mail ou senha
Reprodução
Facebook conta com diversas alternativas para te ajudar a recuperar sua conta caso você tenha perdido e-mail ou senha
Usar o e-mail ou o celular informados no momento de criar a conta é a maneira mais fácil de redefinir senha no Facebook
Reprodução
Usar o e-mail ou o celular informados no momento de criar a conta é a maneira mais fácil de redefinir senha no Facebook
Como recuperar a senha do Facebook através de amigos?
  1. Na página do Facebook, clique em “Esqueceu a conta?”;
  1. Informe seu nome (como consta no perfil), e-mail ou telefone;
  1. Clique em “Não tem mais acesso?” e informe um e-mail alternativo;
  1. Ligue para três dos amigos indicados;
  1. Peça que eles visitem o link indicado;
  1. Insira os três códigos que cada um deles te informará;
  1. Siga as instruções da página e crie uma nova senha.
Facebook também permite que você peça ajuda a alguns de seus amigos para recuperar sua conta
Reprodução
Facebook também permite que você peça ajuda a alguns de seus amigos para recuperar sua conta
Utilizar os dados cadastrados no seu perfil é a forma mais simples de voltar a ter acesso à sua conta. Por meio do e-mail ou do número do celular, é possível receber um código de segurança capaz de liberar a criação de uma nova senha.
Para recuperar conta e criar uma nova senha no Facebook, acompanhe os seguintes passos:
Caso não seja possível concluir o processo padrão para recuperar senha, a rede social pode permitir que você conte com a ajuda de alguns de seus amigos que estão ligados ao seu perfil.
Para recuperar a conta do Facebook através de amigos, siga estes passos:
Caso você espere receber algo do Facebook, mas seu e-mail não exibe nada, verifique se a mensagem aparece na pasta de lixo eletrônico (spam). Outra recomendação é utilizar senhas fortes com letras, números e símbolos para evitar que terceiros possam acessar sua conta. Para proteger seus dados, a rede social também possui recursos como o  alerta de login e a aprovação de login sempre que sua conta for acessada em um novo dispositivo.
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Beijoqueiros que se cuidem: saiba como evitar a "doença do beijo" no carnaval

Condição pode acabar com a folia em caso mais graves e provocar febre, dores de cabeça e de garganta; saiba o que é mononucleose e previna-se

Não é só a doença do beijo que pode ser transmitida com a troca de salivas; saiba como se prevenir e garantir uma folia tranquila
shutterstock
Não é só a doença do beijo que pode ser transmitida com a troca de salivas; saiba como se prevenir e garantir uma folia tranquila
Alô, alô, beijoqueiros de plantão! É tempo de carnaval, o que significa que o clima de diversão e paquera já está no ar e a “pegação” promete nos bloquinhos de rua e festas temáticas durante o mês de fevereiro.
Mas é preciso cuidado para que a empolgação carnavalesca não acabe te levando ao hospital. Não, não é exagero: quem quer curtir o carnaval e está afim de azaração precisa ficar muito atento à saúde durante esse período, já que um simples beijo  pode ser suficiente para estragar a folia.
É nessa época do ano que os casos de mononucleose aumentam. Provocada pelo vírus Epstein-Barr, a “ doença do beijo ”, como também é chamada, é comum em adolescentes e adultos e, quando infectada, a pessoa pode sentir febre alta, dificuldade para engolir, inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço e axilas (ínguas), dor de cabeça e erupções cutâneas.
“Em casos mais graves, podem aparecer também manchas vermelhas pelo corpo, além de aumento do fígado e do baço. Esses sintomas podem durar de duas a três semanas. É uma doença prolongada. Nos mais jovens, as manifestações são mais leves, enquanto nos mais velhos costumam ser mais intensas”, explica Carolina Lázari, assessora médica em infectologia do Fleury Medicina e Saúde.
Mas há casos em que os sintomas não aparecem, o que pode ser ainda mais difícil de prevenir a condição. Carolina conta que a doença viral tem uma característica curiosa. “Depois que a pessoa adquire essa infecção, nunca mais se livra completamente do vírus. Ele fica ‘morando’ na garganta ou nas amígdalas do indivíduo que, periodicamente, o elimina na saliva”.
É aí que mora o perigo. Caso haja contato entre uma pessoa que ainda esteja eliminando o vírus, mesmo que não tenha sintomas naquele momento, e outra que está com a imunidade abalada é possível que haja a transmissão.
Mas não é só através do beijo que a doença se espalha. Como a propagação ocorre a partir da saliva – descartando a possibilidade de contrair o vírus a partir de um simples beijo social -, ao compartilhar objetos pessoais, como talheres, telefone ou tossir muito próximo a alguém, é possível que haja contaminação.
Até mesmo uma criança pequena pode pegar a doença se entrar em contato com uma gotícula da saliva do adulto ou outra criança que esteja em fase de transmissão do vírus. A contaminação pode acontecer através de brinquedos, objetos e alimentos levados à boca.

Repouso e nada de beijos

Depois de infectado, não há muito segredo para tratar a doença. Os sintomas podem ir embora sozinhos, sem deixar marcas ou sequelas. Em alguns casos, anti-inflamatórios e antitérmicos são receitados, para cessar febre e dores.
Para conseguir uma boa recuperação o repouso é fundamental. “É indicado o repouso, porque o indivíduo sente fadiga e indisposição. Quando ocorre grande aumento do baço essa recomendação é muito importante porque, em situações extremas, como, por exemplo, de uma batida, ele pode se romper. São casos raros, mas quando acontecem são muito graves, o que justifica a precaução”, alerta Carolina.
O ciclo de vida do vírus dura de dez a 15 dias, mas em alguns casos pode haver complicações, e a recuperação se prolonga por meses.
Por isso, os beijoqueiros devem ser cautelosos. Caso possuam feridas ou qualquer tipo de sangramento na boca é melhor não beijar ninguém ou, pelo menos, evitar beijar muitas pessoas durante o carnaval, até porque não existe um remédio específico para  mononucleose .

Outros cuidados

Mas não é só à essa doença que o folião fica exposto quando troca beijos com outras pessoas. “Normalmente trocamos em torno de 250 bactérias e alguns vírus quando beijamos alguém. Portanto, é preciso ter cautela”, afirma diretor médico e cardiologista do Hospital Santa Paula, Dr. Otávio Gebara.
Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) como sífilis e herpes tipo 1 são algumas das condições que podem surgir a partir do contato com outras salivas.
A sífilis pode ser transmitida pelo beijo se a outra pessoa estiver infectada e com uma lesão ativa na boca. No entanto, a forma mais comum de contágio continua sendo a sexual. “Nesse caso, não é necessário que ocorra penetração ou ejaculação, o contato entre mucosas durante as preliminares ou sexo oral possibilitam a transmissão”, ressalta Carolina.
A doença é causada por uma bactéria chamada  Treponema pallidum  e pode se manifestar em diferentes partes do corpo, após uma ou duas semanas desde o contágio.
Já no caso da herpes, mesmo que o parceiro do beijo não tenha ferida ou indício da infecção, ele pode ter o vírus causador da doença e transmiti-lo, assim como no caso da “doença do beijo”.
Depois do contágio, o vírus permanece no indivíduo por longos períodos, e pode se manifestar anos mais tarde, de maneira recorrente, geralmente durante fases em que estiver com a imunidade baixa. O herpes pode aparecer como pequenas bolhas na boca, no nariz ou até mesmo em outras partes do corpo.

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